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© 1999-2017 André Gonzales.
Todos os direitos reservados. All rights reserved.
 
 
 
 
O Professor
André Gonzales é músico há 35 anos e professor de música e bateria há 30. Já tocou com grandes nomes da música brasileira e internacional, formou uma infinidade de bateristas e é autor de BEAT, curso para bateria em nove livros.

As Aulas
As aulas são individuais, com 1 hora de duração para adultos e 45 minutos para crianças, e são focadas em técnica, prática e também nas particularidades e objetivos de cada aluno, para que ele possa, através de um estudo sério, consciente e regular, se expressar livremente no instrumento.

A estrutura
As aulas são realizadas em sala climatizada com duas baterias, computador, WI-FI, DVDteca, biblioteca, audioteca, sistema de PA e demais acessórios.

A metodologia
BEAT, de autoria do próprio professor, é um curso completo em nove livros, com mais de 900 páginas de exercícios, e que podem ser estudados na ordem mais conveniente ao desenvolvimento e preferência do aluno. A coleção está à venda para alunos e também para professores e público em geral. Clique aqui e saiba mais sobre os livros.

Material Necessário
01 Par de Baquetas (modelo 5A para iniciantes, e 7A para crianças)
01 Caderno de Música grande, pautado
01 Livro BEAT de Técnica & 01 Livro BEAT de Prática

Endereço e Contatos - aulas e aquisição de livros
ESPAÇO JAM
R. Humberto I, 569, Vila Mariana, São Paulo, SP - Perto do Metrô Ana Rosa.
Telefone: (11) 9-8561-8855
andregonzales73@gmail.com

andregonzalesdrums
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Depoimentos de alunos
“Para quem quer além de música, técnica. Para quem quer além de técnica, informação. Para quem quer além de tocar, entender o groove. A aula com o professor André é muito rica. Ele conhece muito e tem sempre um toque, um conselho ou um DVD pra mostrar. Sinto muita falta. Agradeço cada conversa, cada sugestão, principalmente o seu compromisso não só em ensinar, mas em me ajudar a absorver a informação.” Drika Pivatti
"As aulas que eu tive com o André foram valiosas, de forma que acrescentaram tanto ao meu repertório baterístico e musical quanto ao pensamento, conversas que até hoje eu guardo na memória, e sempre guardarei. Seu discurso faz com que compreendamos o passado, desperta questionamentos em relação ao presente e abre perspectivas pro futuro, que é a função vital do ensino." Joachim Emídio

"O André é um professor diferenciado. Além de ter desenvolvido o seu próprio método de ensino, ele tem a capacidade de tornar as aulas de batera divertidas, produtivas e personalizadas. Não tem jeito, você fica contanto os dias para chegar a próxima. Fora o conhecimento incrível dele. Entre um assunto e outro, ele dá sempre uma palhinha, que faz você sonhar (e se motivar). Basta conversar alguns minutos pra ver que é um cara ético, sincero e preocupado em fazer sempre o melhor. Seja você um senhor de 80 anos, um adulto de 40, um jovem de 18 ou seu filho de 8, o André saberá encontrar a melhor maneira de motivá-lo e fazer com que esteja tocando quando menos esperar!" Daniel Manzato

"O Eric sempre gostou de música e o interesse por bateria foi natural e espontâneo aos 2 anos de idade. Começou aprendendo em casa em uma bateria de brinquedo, mas aos 4 anos pediu para fazer aulas. Não foi fácil encontrar um professor que aceitasse um aluno dessa idade, que tivesse preparo para ensinar e entreter uma criança e que fosse eclético. O André foi um achado e rolou uma sintonia na questão "deixar a criança aprender se divertindo", além de possuir didática e material que fizeram e fazem toda a diferença.
Palavras do Eric: 'O André é muito legal, toca pra caramba e me ensina tudo! Já estou acabando meu primeiro livro de bateria.' Valeu André!
Kito Vivolo, pai do Eric
"Todos nós temos sonhos. O meu era tocar no Metallica. Foi então que ouvi falar do André. Parece que o cara era rápido. Então fui lá pegar umas aulas. O cara era rápido, sim. E não foram só as dicas de rapidez que me levaram a realizar outro sonho: estudar batera nos EUA. Foram também as conversas, os papos e os conselhos que me ajudaram muito mais do que o André pode imaginar. Meu sonho se realizou. Não toco no Metallica, mas tenho a minha produtora de áudio. Ele me disse há tantos anos: nossos sonhos se transformam, se adequam. Sempre com a ajuda de um par de baquetas, alguns tambores e a nossa rapidez." Nick Casabona
"O André não é só um professor. Ele é matemático, físico e psicólogo também. Ele é capaz de transformar as suas aulas numa viagem pra um laboratório mirabólico! Pude aprender a ler aquelas bolinhas que ficam nas linhas pra lá e pra cá, que hoje fazem uma enorme diferença na minha carreira. E sem contar que o que você quiser conversar ele vai estar disposto a escutar e dar sua opinião. Suas aulas são fantásticas, e seus livros claros e objetivos. Eu sou a primeira a dizer que ele vai te ensinar realmente como se toca uma bateria. Ele ama o que faz." Valquiria Plaza

"Há alguns anos surgiu em mim uma vontade confusa e tímida de tocar bateria. Fui atrás de uma escola de música perto de onde eu morava. Na minha aula experimental fui apresentado a um tal de André Gonzales, um cara simples com uma expressão tranquila e sempre sorridente. É claro que eu não tinha a menor noção do quanto "esse tal" mudaria a minha visão não só do instrumento, mas da música como um todo.
"Finalmente vou tocar bateria!", pensei ingenuamente. Na minha primeira aula tudo o que fiz foi balançar minha baqueta recém comprada. Minha vontade real era de bater em todos aquelas coisas de qualquer jeito! A verdade é que aprendi que devia balançar aquele troço pra lá e pra cá o dia inteiro...
"Finalmente vou tocar bateria!", pensei minutos antes de começar minha segunda aula. Dessa vez sim, mas não tão rápido! Antes de tudo, fui introduzido formalmente ao instrumento: aprendi os nomes e as funções de cada item. Chegou a hora!! Finalmente eu bateria em todas aquelas coisas - agora sabendo seus nomes. Soltei uma pergunta: "Quando bate aqui eu..." Fui interrompido. André abriu a boca para falar algo mudaria meu olhar sobre as coisas: 'Nós não batemos, nós tocamos...'
Aparentemente óbvio, mas naquela hora eu entendi qual era seu objetivo como professor. Ele não ensina música apenas, ele te faz entender a essência do que se faz com música. Te faz entender o porquê dos movimentos, te faz entender a importância da dinâmica, te faz sentir a estrutura de uma música e perceber o que dá certo e o que não dá. Falada essa frase eu percebi que ele fazia questão de dar significado às coisas. Foi exatamente por esse fato que minha base técnica e minha visão musical foram refinadas com tanta facilidade durante 3 anos, mesmo não podendo mais ter aulas com o André: eu aprendi a compreender o que eu faço e porque eu faço. Devo muito a esse cara! Esse cara que é músico, que é educador, que é sábio, que é crítico, que é amigo." Felipe Ribas

Minha trajetória na música começou em 1985, tocando na noite. A cada trabalho realizado eu percebia minhas deficiências, então resolvi entrar em um conservatório e aprender o que eu precisava. Mas as aulas não rendiam, e sempre que eu indagava o professor dizia: "Ainda não é a hora". Desisti e fui buscar direto na fonte. Toda semana ia em um bar chamado Jazz and Blues, em Santo André. Lá tive a oportunidade de ver grandes bateras tocando, como Albino, Maguinho, Cláudio Baeta, Vera Fiqueiredo e Duda Neves, e aprender com eles. Mas, pela falta de estudo, adquiri um monte de vícios e uma total falta de personalidade musical. Em meados de 2010 decidi procurar algum professor que pudesse e tivesse a paciência de corrigir meus vícios e fazer com que eu desenvolvesse minha personalidade musical. Fui ver muitos bateras, mas não estava satisfeito. Isso durou vários meses, até que vi o André Gonzales tocando. Aí eu disse: 'Opa!!! Esse cara é diferente!' Marquei uma aula com ele e começamos os estudos. Toda aula era uma nova descoberta, pois ele é uma fonte inesgotável de conhecimento. Não basta você simplesmente aprender a tocar um novo rítmo. Você precisa saber o porque, de como as coisas acontecem dentro daquilo que aprende. Seus métodos são fantásticos, didáticos e quando você começa a estudá-los não quer parar mais. O André nunca me deixou sem uma explicação plausível. Meus vícios? Teve toda a paciência do mundo para corrigí-los. Minha personalidade musical foi moldada de forma livre. O André sempre me deixou livre o bastante pra que isso acontecesse. Nos dias de hoje é muito difícil encontrar um professor que te passe as coisas como ele passa. Durante o tempo que tive aulas, o André se tornou um grande amigo, foi meu psicólogo, incentivador e hoje o considero o mestre dos mestres. Meu respeito, gratidão, e admiração são enormes. Minha musicalidade estão divididas em duas partes: antes e depois dos ensinamentos do André. Muito obrigado por tudo, meu grande mestre." Paulo Colpi